Sergio a Rocha, Economista
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Sergio a Rocha

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João Luiz Barbosa, Perito Contábil
João Luiz Barbosa
Comentário · há 2 anos
Não podemos tapar o sol com a peneira, a legislação trabalhista precisa ser reformada, os tempos mudaram, a CLT é arcaica e não garante empregos. Vejamos como se evolui na China os ganhos dos trabalhadores: na China, os salários médios do setor secundário subiram e neste momento encontram-se acima dos vencimentos de países como o Brasil e o México. De acordo com os dados do Euromonitor International, os salários dos trabalhadores fabris chineses chegam a 70% dos salários médios praticados em países como a Grécia e Portugal.
Os salários médios por hora na China triplicaram entre 2005 e 2016, e passaram para 3,60 dólares por hora (aproximadamente 3,41 euros), de acordo com o Euromonitor. Durante o mesmo período os salários por hora caíram de 2,90 dólares para 2,70 dólares no Brasil (aproximadamente 2,55 euros) e de 2,20 dólares para 2,10 dólares no México (cerca de 1,98 euros). Na África do Sul regista-se uma situação semelhante: de 4,30 dólares por hora, os sul-africanos passaram a ganhar 3,60 dólares em 2016 (aproximadamente 3,40 euros).
O aumento dos salários na China contrasta com o declínio de outros países – como a Argentina e o Brasil. Até na Índia, que teve um crescimento econômico rápido, os salários estão congelados desde 2007, nos 0,70 dólares por hora (ou seja, 0,66 euros por hora).
É hora de modernizar as relações, ou seremos atropelados e no futuro os empregos no Brasil ficarão em risco.
Nossa CLT não garante rendimentos, o que adianta termos direito e não termos salário.
É preciso repensar.
Obs. Sou celetista.

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